segunda-feira, 19 de maio de 2008

o vôo da fenix

o voo da FENIX
nao foi febre, vi a festa dos meus demonios,
os fantasmas fizeram vigilia,
circulando e cantando em volta da alma enferma,
nao foi a primeira e nem a ultima vez que sucumbi ante a um golpe,
mas foi cumprida a promessa eterna do astro-rei,
juntei minhas cinzas que se esparramaram com a tempestade,
encontrei aos pes do arco-iris um pote de ouro, meus principios e valores transbordavam eternamente belos,
apos o soluco uma risada brota da rocha gelada e quase morta,
a crianca se refez sob os escombros,
houve luz nas trevas,
uma fogueira surgiu,
rasgou o ceu como rastro de cometa a jovem estrela,
o momento mais belo surge das horas mais dificeis,
do fundo do abismo, onde exala forte e sempre o halito da morte,
resurgiu uma ave com asas refeitas em chamas:
eu sou a FENIX.
OBRIGADO SOL!
-"meu coracão é tão tosco e tão pobre, não sabe ainda os caminhos do mundo"

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